Na manhã desta quarta-feira, dia 23, o repórter Léo Bartz, da Globo, passou por um baita sufoco enquanto cobria ao vivo o caso de um homem que atirou contra sua própria família e policiais, lá em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Tudo aconteceu durante o programa Hora 1, que é apresentado pelo Roberto Kovalic. Léo estava lá para dar os últimos detalhes sobre o caso, mas o que ninguém esperava era que ele fosse interrompido de repente por mais tiros.
O Kovalic, meio sem palavras, estava se despedindo do Léo e disse algo como: “Nem sei o que dizer, Léo, triste demais”, quando, do nada, o Bartz saiu da tela, visivelmente desesperado. Ele soltou: “Tiros agora, Kovalic”, e pelo vídeo dava pra ouvir o barulho dos disparos. Sério, foi um daqueles momentos que você não acredita que tá vendo ao vivo. A gente fica meio sem reação, e dá pra imaginar o medo do repórter naquela hora.
Tragédia familiar em Novo Hamburgo
Agora, vamos entender o que rolou. A cidade de Novo Hamburgo foi cenário de uma tragédia sem tamanho, coisa que a gente nunca espera ver. Na madrugada dessa quarta, um homem de 45 anos, chamado Edson Fernando Crippa, simplesmente surtou e começou a atirar contra os próprios familiares. Como se não bastasse, ele também atacou os policiais que tentavam, de todas as maneiras, negociar pra que ele se entregasse em paz.
O resultado foi devastador. No total, quatro pessoas morreram, incluindo o próprio Edson, e nove ficaram feridas, entre parentes dele e os agentes de segurança que tentaram resolver a situação. Tudo começou na casa da família, no bairro Ouro Branco. O Edson mantinha os parentes como reféns, e as coisas ficaram tensas logo que a polícia chegou ao local. Foi uma cena digna de filme, mas que ninguém queria ter que assistir.
Atirador agiu de forma violenta
A chegada dos policiais, que incluía a Brigada Militar e a Polícia Civil, não acalmou o Edson, pelo contrário. Ele partiu pra cima de todo mundo, atirando pra todos os lados. O cerco ao local durou mais de nove horas, e dava pra sentir o clima pesado na região. Entre as vítimas fatais, estavam o próprio pai do Edson, Eugênio Crippa, que tinha 74 anos e foi atingido na garagem de casa. Além dele, o irmão do atirador, Everton Luciano Crippa, também acabou baleado. Ele até foi levado pro hospital, mas não resistiu aos ferimentos. A família ficou destroçada, né?
O que mais chocou foi a morte de um policial militar chamado Everton Raniere Kirsch Junior, de 31 anos. Ele tava lá tentando negociar com o Edson, fazer com que as coisas não terminassem dessa maneira trágica, mas infelizmente foi alvejado. E o detalhe mais triste é que o Everton tinha acabado de se tornar pai. Dá um nó na garganta pensar nisso, uma vida inteira pela frente, uma família destruída por uma violência que ninguém conseguiu controlar a tempo.
É muito doido imaginar como uma pessoa chega nesse ponto de desespero. O Edson parecia estar completamente fora de si, e a tragédia deixou marcas que vão demorar pra cicatrizar. A cidade de Novo Hamburgo, com certeza, vai lembrar desse dia por muito tempo. Situações assim deixam um impacto na comunidade, nas famílias envolvidas e até em quem assistiu de longe, como a gente, que acompanhou tudo pela televisão ou internet.
Enfim, agora é esperar que as investigações avancem e que a polícia consiga entender o que levou o Edson a cometer esses atos. Sempre que algo assim acontece, fica a pergunta: será que dava pra evitar? Será que, se o atendimento à saúde mental fosse mais acessível, tragédias assim poderiam ser evitadas? É uma reflexão importante pra todo mundo.
Enquanto isso, a gente fica aqui, torcendo pras famílias encontrarem algum conforto em meio a tanto sofrimento. Não é fácil, mas a vida segue, e é preciso encontrar forças pra continuar.