Ciúme fatal: Mulher mata namorado que cumprimentou conhecida na rua

Olha, a história é de arrepiar. Aconteceu na segunda-feira, dia 21, lá em González Catán, uma cidadezinha na província de Buenos Aires, Argentina. Uma mulher chamada Natacha Palavecino, de 32 anos, acabou matando o namorado, Mariano Grinspun, de 23. A razão? Ele teria simplesmente cumprimentado uma colega na rua. Pode até parecer coisa boba pra quem ouve assim de fora, mas o ciúme falou mais alto, e acabou se transformando em tragédia.

Pra entender direito o que rolou, vamos voltar um pouco no tempo. O casal, que andava junto na rua, acabou passando por uma conhecida de Mariano, que era colega de escola dele. Pelo que dizem, ele deu só um “oi” pra moça, aquela coisa casual mesmo, né? Mas Natacha, pelo visto, não gostou nadinha. Dizem que ela ficou transtornada de ciúmes e, num impulso, puxou uma faca que tava escondida na roupa. Sim, ela andava com uma faca, dá pra acreditar? E sem pensar duas vezes, desferiu uma facada de leve na conhecida, acertando a moça na axila. Foi um corte que, felizmente, não causou nada muito grave.

Mas o problema tava só começando. Depois desse ataque na colega, Natacha virou a raiva pro próprio namorado. Parecia que ela tinha perdido completamente o controle. Algumas câmeras de segurança da rua conseguiram capturar parte do que aconteceu depois. Mostram que, depois da facada, Natacha se afastou um pouco de Mariano, enquanto ele, mesmo ferido, tentou ir atrás dela. Sabe aquela cena que parece tirada de um filme, em que a pessoa, mesmo machucada, ainda tenta ir atrás pra entender o que tá acontecendo, como se quisesse resolver? Pois é, foi exatamente isso que ele fez. Só que ele já tava mal demais, com um ferimento grave no peito, e não aguentou. Ele acabou caindo ali mesmo, no meio da rua.

Um vizinho que tava por ali viu a cena de longe e logo ligou pra emergência. Quando o pessoal da emergência chegou, já encontrou Mariano no chão, sem sinais de vida, com uma facada profunda no peito. A Natacha, segundo eles, tava do lado do corpo, “totalmente atordoada”, meio sem acreditar no que tinha feito. Nem tentou fugir ou inventar desculpas. Simplesmente ficou ali, como quem tava em estado de choque. A polícia prendeu ela na hora.

Esse caso, como dá pra imaginar, deixou a comunidade inteira em choque. É uma daquelas tragédias que, de tão absurda, parece até inventada. Mas o pior é que, ao investigarem um pouco mais, alguns jornais argentinos, como o “InfoBae”, descobriram que essa não era a primeira vez que o Mariano enfrentava problemas com Natacha. Parece que o relacionamento deles já tinha um histórico de brigas e agressões. Inclusive, o próprio Mariano tinha denunciado ela algumas vezes antes por ameaças e até por ferimentos. Mas, por algum motivo, eles ainda estavam juntos.

Pra piorar, a história de Natacha com a violência não começa com o Mariano. Em 2021, ela já tinha sido condenada a um ano de prisão por um caso bem parecido: ela atacou outro homem com uma faca, causando ferimentos graves nele também. Não dá pra saber o que passava na cabeça dela, mas é fato que ela já tinha um histórico complicado.

Essas histórias deixam a gente pensando em como é fácil ignorar certos sinais de perigo em um relacionamento. Muitas vezes, quem tá dentro da situação não consegue enxergar de fora, e acaba relevando ameaças ou até agressões, achando que aquilo foi só um “momento de raiva” ou que a outra pessoa “vai mudar”. Mas, infelizmente, em casos como esse, a mudança nunca vem.

Agora, o que fica é a tristeza e a sensação de impotência pra família e amigos do Mariano, que perderam um jovem de apenas 23 anos por causa de um impulso. É revoltante pensar que uma vida foi tirada assim, por um surto de ciúmes, sem motivo algum que justificasse tamanha violência.

Essas tragédias servem de alerta pra todos. É um lembrete de que o amor e o respeito são fundamentais em qualquer relacionamento, e que ninguém deveria viver com medo da pessoa com quem divide a vida. Não é fácil sair de uma situação assim, mas é importante que as pessoas saibam que não estão sozinhas e que existe ajuda. E que, muitas vezes, prestar atenção nos sinais pode salvar uma vida.



Recomendamos