Olha, foi um final de semana bem complicado em Campinas e região. E, por mais que a gente se acostume com as chuvas de primavera, essa semana foi difícil. A cidade tava debaixo de um temporal daqueles, e infelizmente acabou trazendo uma tragédia que abalou todo mundo. A jovem Sara Gabrielli da Silva, uma menina de só 18 anos, desapareceu na última quinta-feira (24/10) depois de ser levada por uma enxurrada lá no Córrego do Piçarrão, em Campinas, que fica no interior de São Paulo. Só que o corpo dela só foi encontrado no domingo (27/10). Imagina a aflição da família até então… uma espera que ninguém merece.
A Defesa Civil de São Paulo foi quem confirmou essa notícia triste. Foi a própria família da Sara que teve que reconhecer o corpo dela. Doeu em todo mundo que acompanhou a história. Ela foi achada lá no Rio Capivari, a cerca de 20 quilômetros do lugar onde ela tinha sido levada pela enxurrada. Dá pra ter uma ideia da força da água, né? Levar ela tão longe assim… Não dá pra imaginar o desespero, a situação toda. Tem que ter muito coração pra aguentar, especialmente a família e amigos que passaram dias esperando por uma notícia.
Mas o triste é que a Sara não foi a única a perder a vida com essas chuvas pesadas. Parece que o clima tem sido cada vez mais imprevisível, com temporais intensos que têm causado destruição em várias cidades. E o outro caso também é de cortar o coração. Um motoboy de 38 anos, trabalhador como a maioria que tá na rua, também perdeu a vida. Ele caiu em outro córrego, só que esse era na divisa de Itapevi e Jandira, lá na Grande São Paulo, depois da chuva forte que caiu na quarta-feira, dia 23 de outubro. Esse aí também foi levado pela enxurrada, e o corpo dele só foi encontrado na sexta-feira (25/10) na Rua Ademar Pereira de Barros, em Campinas mesmo.
É uma situação que deixa a gente com várias perguntas, sabe? Por que essas coisas têm acontecido com tanto frequência? Será que tem algo a ver com o clima mudando? Ou será que a estrutura das cidades não tá pronta pra essas tempestades? Eu sei que é um pouco de tudo, mas dá pra perceber que cada vez mais os casos são graves e vêm deixando um rastro de tragédias. Acho que muita gente tem se perguntado o que pode ser feito pra evitar isso, porque Campinas e região não são as únicas cidades passando por isso. Várias regiões do país têm enfrentado situações assim, onde basta uma chuva mais intensa pra gente ver notícia de enchente, enxurrada, desmoronamento.
Agora, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o caso da Sara foi registrado como morte suspeita – acidental, e tá sob investigação no 5° Distrito Policial de Campinas. É a burocracia que sempre tem que rolar, até pra poder esclarecer direitinho o que aconteceu e, quem sabe, encontrar uma maneira de evitar mais casos assim no futuro. Porque não é a primeira vez que Campinas vê tragédias causadas por chuva, e do jeito que as coisas andam, a cidade precisa estar cada vez mais preparada pra enfrentar situações dessas.
A gente fica na torcida pra que as autoridades olhem pra esses casos com mais atenção. E que possam dar mais segurança tanto pra quem vive na cidade quanto pra quem trabalha nas ruas, como no caso desse motoboy. Ele tava só fazendo o trampo dele, tentando ganhar o pão, e infelizmente foi surpreendido por uma coisa que nem dá pra prever, né?
Fica aqui um pensamento pra todos que perderam alguém nessas condições e pra todo mundo que se preocupa com a segurança das nossas cidades. Essa história, tanto a da Sara quanto a do motoboy, deixa uma sensação de impotência. E que esse tipo de tragédia possa servir de alerta, pra gente e pras autoridades, pra que se olhe com mais cuidado pros problemas que uma chuva pesada pode causar.