O icônico Quincy Jones, um dos maiores nomes da música americana, nos deixou nesse domingo (3 de novembro), aos 91 anos. Uma perda enorme, viu? O cara tinha uma carreira de mais de 65 anos e foi responsável por transformar a música de um jeito que pouca gente consegue. Ele trabalhou com lendas como Miles Davis, Frank Sinatra e, claro, Michael Jackson, mudando o rumo da música pop com essas parcerias históricas.
Pra quem não sabe, o Quincy começou na música como trompetista. Mas o talento do cara não tinha limite! Ele foi líder de banda, arranjador, compositor, produtor… praticamente um faz-tudo da música. Ao longo da carreira, ele ganhou 27 Grammys! Pois é, 27! Pouca gente chega a tanto. Um dos projetos mais famosos que ele produziu foi “We Are the World”, aquela música de 1985 que reuniu um monte de estrelas americanas da música pra arrecadar dinheiro e ajudar no combate à fome na Etiópia. Foi uma época difícil, e essa música realmente marcou, não só pela causa, mas pelo impacto que teve. Até hoje, é uma daquelas canções que todo mundo conhece, sabe?
Mas se tem uma colaboração que muita gente associa com o nome do Quincy, é o trabalho dele com o Michael Jackson. Eles fizeram juntos três álbuns que revolucionaram o pop: Off the Wall (1979), Thriller (1982) e Bad (1987). E olha, é impossível falar de música pop sem lembrar do Thriller. O álbum vendeu cerca de 70 milhões de cópias e botou seis das nove músicas no top 10 das paradas de sucesso. Era hit atrás de hit. Não tinha como escapar disso naquela época, tocava em todo lugar!
Quincy, além de ser um monstro na música, teve uma vida pessoal cheia de histórias também. Ele foi casado três vezes. A primeira esposa dele foi Jeri Caldwell, com quem teve uma filha. Depois, ele se casou com a modelo sueca Ulla Andersson e teve mais dois filhos, incluindo o Quincy Jones III, que acabou seguindo os passos do pai e se tornou um produtor de hip-hop. Bem legal ver essa continuidade musical, né? E o terceiro casamento foi com a atriz Peggy Lipton, com quem ele teve duas filhas, incluindo a atriz Rashida Jones, que a galera deve conhecer de séries e filmes. Mas não para por aí, não. Quincy ainda teve mais dois filhos fora desses casamentos, sendo um deles com a atriz Nastassja Kinski.
O legado dele é muito mais que esses álbuns e prêmios. Ele deixou uma marca profunda em tudo que a gente ouve hoje em dia. De certa forma, Quincy ajudou a moldar o som de uma época e abriu caminho pra tantos artistas que vieram depois. A influência dele tá em cada nota, em cada beat da música pop, do jazz, do R&B e até do hip-hop. É uma dessas figuras que a gente talvez não veja de novo, sabe?
Quincy era também muito querido por quem teve a chance de trabalhar com ele ou simplesmente de conhecê-lo. Era um cara engraçado, cheio de histórias e com uma visão de mundo que fazia a diferença. Ele sabia muito bem a importância da música como forma de conectar pessoas e de criar algo maior que a própria arte. Sem dúvida, ele deixou um buraco que vai ser difícil de preencher. A gente fica aqui com a obra dele, que é atemporal e continua inspirando quem tem paixão pela música.
Agora é torcer pra que o legado dele continue vivo e que as próximas gerações conheçam e celebrem a história desse gigante da música. Quincy Jones foi um gênio, sem exagero nenhum, e merece todas as homenagens possíveis.