Dono de famoso posto de gasolina morre aos 36 anos em acidente doméstico

Os moradores de Assis estão profundamente abalados com a perda de Aurismar Vieira de Souza, de 36 anos, mais conhecido como Mazinho. Ele morreu tragicamente no último domingo (26), em um acidente doméstico enquanto realizava reparos em sua própria casa.

Segundo relatos preliminares, Mazinho sofreu uma descarga elétrica enquanto trabalhava. As equipes de emergência chegaram rapidamente ao local para prestar atendimento, mas, infelizmente, não foi possível salvar sua vida. A notícia da tragédia chocou a cidade e deixou amigos e familiares inconsoláveis.

Quem era Mazinho?

Mazinho era uma figura muito querida em Assis. Sócio-proprietário do posto de combustíveis “Mega”, localizado na Avenida Dom Antônio, ele era conhecido não apenas pelo trabalho, mas também pela generosidade e pelo sorriso fácil. Sua presença marcante e sua disposição em ajudar o próximo fizeram dele uma pessoa respeitada e admirada por toda a comunidade.

A morte repentina de Aurismar gerou comoção nas redes sociais, onde familiares e amigos compartilharam mensagens emocionantes de despedida. Um primo desabafou:
“A vida é realmente imprevisível… Infelizmente recebi a triste notícia do falecimento do meu primo Aurismar, nosso querido Mazinho. Que Deus o receba de braços abertos e conforte o coração de sua esposa, filhos, pais e irmãos. Estamos todos arrasados. Descanse em paz.”

Mazinho deixa sua esposa e dois filhos pequenos. O velório acontece na sala 1 do Centro Funerário Prever, e o sepultamento está marcado para as 13h45, no Cemitério Municipal de Assis.

Uma cidade em luto

A tragédia trouxe reflexões sobre como situações inesperadas podem mudar nossas vidas em segundos. Mazinho, que representava o espírito batalhador de muitos brasileiros, agora deixa uma lacuna irreparável na comunidade. Sua morte nos lembra da importância de valorizar os momentos com quem amamos, pois nunca sabemos o que o futuro nos reserva.

Além disso, sua partida inesperada também reacendeu discussões sobre a segurança ao realizar reparos domésticos. Infelizmente, acidentes desse tipo são mais comuns do que se imagina, e é essencial que as pessoas estejam cientes dos riscos envolvidos em trabalhos com eletricidade ou outros serviços manuais.

Outra tragédia no domingo

Enquanto Assis enfrentava o luto pela morte de Mazinho, outro incidente trágico abalava o país. Durante a 18ª Meia Maratona Internacional de São Paulo, realizada no mesmo domingo (26), um corredor de 52 anos faleceu após sofrer um mal súbito durante a competição. O evento aconteceu em Itaquera, na Zona Leste da capital paulista, e reuniu atletas de diferentes regiões.

De acordo com a organizadora do evento, a Yescom, a vítima recebeu atendimento imediato e foi transportada em uma UTI móvel para uma unidade hospitalar. Apesar do rápido socorro e do cumprimento de todos os protocolos de emergência, o corredor não resistiu.

Essa tragédia também levantou questões sobre a necessidade de exames médicos mais rigorosos para participantes de eventos esportivos de grande porte. A saúde dos atletas, especialmente em competições intensas, exige atenção redobrada, principalmente em casos de pessoas que já têm algum histórico de problemas cardíacos.

Reflexões sobre a fragilidade da vida

O último domingo trouxe lições dolorosas para todos que acompanharam essas histórias. Tanto a morte de Mazinho quanto a do corredor em São Paulo são lembretes cruéis de como a vida é frágil e, ao mesmo tempo, preciosa. São momentos que nos fazem parar e refletir sobre o que realmente importa: nossas relações, nossa saúde e o impacto que deixamos na vida das pessoas ao nosso redor.

Para aqueles que conheceram Aurismar Vieira de Souza, ele sempre será lembrado como um homem batalhador, um pai dedicado e um amigo leal. Sua partida deixa um vazio imenso, mas também um legado de carinho e amizade que jamais será esquecido.

Em meio à tristeza, fica o aprendizado de valorizar cada instante, seja ao lado da família, seja cuidando de si mesmo. Afinal, como o próprio Mazinho costumava dizer a seus amigos no posto de combustíveis: “A vida é uma correria, mas não deixe de sorrir”. Que seu sorriso continue iluminando a memória de todos que o amaram.



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