Árvore que caiu no Ibirapuera e feriu 3 pessoas pode ter tido raízes afetadas por ciclone, diz Urbia

Queda de Árvore no Parque Ibirapuera: O Que Aconteceu?

No último dia 2 de janeiro de 2026, o Parque Ibirapuera, um dos marcos mais icônicos de São Paulo, foi palco de um incidente alarmante. Uma árvore de grande porte caiu, ferindo três pessoas, e deixou a todos nós questionando como algo assim poderia acontecer em um espaço tão bem cuidado. Segundo informações da Urbia, a empresa responsável pela gestão do parque, a causa da queda pode estar ligada a problemas nas raízes, possivelmente ocasionados por um evento climático extremo.

O Impacto do Ciclone Extratropical

De acordo com a Urbia, a árvore em questão pode ter sido afetada por um ciclone extratropical que atingiu a cidade em 10 de dezembro de 2025. Essa tempestade intensa não trouxe apenas chuvas fortes, mas também ventos que podem ter comprometido o sistema radicular da árvore. Em um relatório técnico preliminar, a concessionária observou que as raízes podem ter sofrido danos que não eram visíveis externamente antes do acidente.

É interessante notar que, durante o monitoramento regular da árvore, não foram observados sinais de risco. Em 2023, foram realizados exames minuciosos que avaliaram a base do tronco, a madeira e as raízes. Esses exames não indicaram comprometimento estrutural ou instabilidade, o que levanta a questão: como um evento tão severo pode gerar consequências tão drásticas em uma árvore que parecia saudável?

A Florada Saudável e os Sintomas Invisíveis

A Urbia informou que, em 2025, a árvore chegou a ter uma florada intensa, considerada saudável, o que reforçava a avaliação de que tudo estava bem. No entanto, a concessionária destacou que as alterações nas raízes provocadas pelo ciclone podem ter ocorrido de forma subterrânea, sem gerar sinais externos perceptíveis. Essa possibilidade é alarmante, pois implica que uma árvore pode estar em risco sem que ninguém saiba.

Após o incidente, a Urbia confirmou que um inventário completo das árvores do parque foi concluído em abril de 2024. Esse levantamento catalogou mais de 15 mil árvores e está sendo utilizado para acompanhar a saúde das árvores e identificar problemas de forma preventiva. Essa é uma prática essencial para garantir a segurança dos visitantes e preservar a beleza natural do parque.

Consequências do Acidente

O acidente resultou em ferimentos em três pessoas. Uma mulher de 57 anos sofreu um traumatismo craniano e lesões no ombro, sendo socorrida de helicóptero pela Polícia Militar e levada para o Hospital São Paulo. As outras duas vítimas, que tiveram ferimentos leves, receberam atendimento no local. Essa situação traz à tona a discussão sobre como a segurança deve ser priorizada em áreas de grande circulação, como parques e praças públicas.

Medidas Futuras e Prevenção

Após a queda da árvore, a Urbia anunciou que já está prevista para 2026 uma nova rodada de avaliações de campo aprofundadas. Essa medida visa complementar e atualizar as informações do inventário, reforçando os protocolos de prevenção, segurança e manejo arbóreo do parque. Essa ação é crucial não apenas para evitar futuros acidentes, mas também para assegurar que o Parque Ibirapuera continue a ser um espaço seguro e agradável para todos os visitantes.

Reflexões Finais

A queda de uma árvore no Parque Ibirapuera nos lembra da fragilidade da natureza e da importância de monitorar constantemente a saúde das árvores em ambientes urbanos. Enquanto o parque continua a ser um refúgio para muitos, a segurança deve sempre ser uma prioridade. Esperamos que as lições aprendidas com esse trágico evento ajudem a prevenir futuras ocorrências e que as vítimas se recuperem plenamente. O que você pensa sobre a segurança em parques urbanos? Compartilhe suas opiniões nos comentários!



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