No Fantástico deste domingo (22), a jornalista Maju Coutinho chamou atenção ao trazer uma atualização sobre o estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro. De maneira direta, mas sem perder o tom sério que a situação exige, ela leu as informações mais recentes divulgadas pela equipe médica responsável pelo caso.
Segundo o boletim, Bolsonaro segue em estado considerado estável e, pelo menos até agora, não apresentou febre nas últimas horas. Isso, claro, é visto como um sinal positivo dentro do quadro geral, que ainda pede cuidados. Maju reforçou que as informações vieram diretamente dos profissionais do Hospital DF Star, onde o ex-presidente está internado desde meados do mês.
Ainda de acordo com o hospital, ele permanece na UTI, realizando sessões de fisioterapia tanto respiratória quanto motora. Esse tipo de tratamento é comum em casos que exigem recuperação mais lenta, especialmente quando envolve complicações pulmonares. Não é algo simples, nem rápido… exige paciência, acompanhamento constante e uma equipe bem preparada.
E olha, apesar de não ter tido nenhuma intercorrência nas últimas 24 horas, os médicos ainda evitam falar em alta. Isso mostra que, mesmo com sinais de estabilidade, o quadro ainda inspira atenção. Não dá pra correr.
Outro ponto que chamou atenção foi a informação sobre um tratamento odontológico iniciado recentemente. No sábado (21), Bolsonaro teria reclamado de dores na região da mandíbula, do lado direito. A partir disso, os médicos decidiram incluir um acompanhamento odontológico no conjunto de cuidados durante a internação. Pelo que foi informado, esse procedimento não alterou o quadro geral de saúde, mas entrou como medida necessária pra aliviar o desconforto.
Esse tipo de detalhe, aliás, mostra como uma internação desse nível envolve várias frentes ao mesmo tempo. Não é só tratar uma coisa… é cuidar do corpo como um todo.
Bolsonaro está internado desde o dia 13 de março, quando passou mal enquanto estava no 19º Batalhão da Polícia Militar, em Brasília. Na ocasião, ele apresentou sintomas como febre, episódios de vômito e também uma queda na oxigenação — o que já acendeu um alerta imediato.
Depois de exames mais detalhados, veio o diagnóstico: pneumonia bacteriana bilateral, causada por broncoaspiração. É um nome complicado, mas basicamente significa que houve aspiração de conteúdo para os pulmões, gerando uma infecção séria. Esse tipo de situação não pode ser tratada de forma leve, até porque pode evoluir rapidamente se não for bem controlada.
Desde então, o ex-presidente vem sendo monitorado de perto. A equipe médica tem adotado uma linha mais cautelosa, o que é esperado. Inclusive, esse tipo de postura tem sido comum em casos recentes envolvendo figuras públicas — principalmente depois de episódios que ganharam repercussão nacional nos últimos anos, onde a pressa acabou gerando críticas.
Enquanto isso, o assunto segue repercutindo bastante nas redes sociais e nos bastidores da política. Tem gente otimista, outros mais cautelosos… e claro, muita especulação também. Normal.
No fim das contas, o que se sabe de concreto até agora é que Bolsonaro está estável, segue em tratamento intensivo e ainda sem previsão de deixar o hospital. O resto, pelo visto, vai depender da evolução dos próximos dias.