A noite da final do Big Brother Brasil 26 ainda tá dando o que falar, e olha… não é só pela vitória. Logo depois da consagração de Ana Paula Renault como campeã, um momento chamou muita atenção de quem tava assistindo — e também de quem tava ali, bem pertinho: o abraço dela com a irmã, Cida Renault, e com a madrasta, Ana. Foi daqueles abraços demorados, sabe? Com cara de saudade, alívio e um peso emocional que nem cabe direito em palavras.
Assim que saiu do confinamento e encontrou Tadeu Schmidt, Ana Paula já parecia meio aérea, tentando entender tudo o que tava acontecendo. Afinal, foram meses isolada, vivendo outra realidade. Mas o que ninguém esperava era que o reencontro com a família viria carregado de uma dor recente.
O assunto, que inclusive apareceu rapidinho na transmissão da TV Globo, envolvia o luto pela morte de Gerardo Renault, pai da campeã, que faleceu aos 96 anos no último domingo (19). E aí que entra uma parte bem delicada dessa história.
Cida contou no programa Encontro, exibido nesta quarta-feira (22), que a maior preocupação dela naquele momento era acalmar a irmã. Segundo ela, o que disse ali, bem baixinho no ouvido de Ana Paula, foi algo simples, mas necessário. “Falei pra ela que tava tudo bem, que o papai tinha ido no tempo certo dele, e que ela não precisava se culpar”, relatou.
E faz sentido, né? Imagina sair de um reality gigante, ganhar milhões e, ao mesmo tempo, descobrir que perdeu alguém tão próximo. É um misto de sentimentos difícil até de explicar. Meio contraditório até.
Já na madrugada, durante o programa Big Show: A Invasão, o clima de festa acabou dando espaço pra emoção. Não teve jeito. Ana Paula, ainda tentando digerir tudo — vitória, fama, perda —, reencontrou a madrasta e o momento foi daqueles que deixa qualquer um com o olho marejado.
Ana, a madrasta, não economizou nas palavras. Com um carinho visível, ela chegou até a convidar a campeã pra morar com ela. Um gesto simples, mas cheio de significado, ainda mais considerando tudo que a família passou nos últimos dias.
Durante a conversa, veio um dos relatos mais tocantes da noite. Segundo Ana, a rotina da casa girava em torno da participação de Ana Paula no programa. “Lá em casa era 24 horas ligado. O Gerardo assistia sempre… até no dia que ele partiu, ele tava vendo você”, contou. Dá um nó na garganta só de imaginar.
E não parou por aí. Em um desabafo bem sincero — e até meio difícil de assistir sem se emocionar —, ela falou sobre o momento em que viu Ana Paula recebendo a notícia da morte ainda dentro da casa. “Eu queria estar com você naquele dia… eu não aguentei te ver chorando. Eu chorei junto, com você e com o Tadeu”, disse, visivelmente abalada.
No fim das contas, o que era pra ser só comemoração virou também um espaço de acolhimento. Um daqueles momentos em que a gente percebe que, por trás do prêmio e da fama, tem uma pessoa real, lidando com coisas reais.
Pra fechar, Ana fez questão de exaltar a trajetória da enteada no programa. Disse que ela representou não só a família, mas muitas mulheres que se viram nela durante o jogo. “Você me representou naquela casa. Você é maravilhosa e merece tudo isso”, afirmou.
E olha… pode até parecer clichê, mas depois de tudo isso, a vitória ganha um peso diferente. Não é só sobre ganhar um reality. É sobre resistência, sentimento e seguir em frente, mesmo quando a vida dá dessas.
Confira: