Crise na WePink? Mulher exige indenização e bloqueio de bens de Virginia

Uma história que começou com uma simples compra online acabou virando dor de cabeça — e agora tá na Justiça. Uma moradora de Trindade, em Goiás, decidiu processar a marca WePink, além da influenciadora Virginia Fonseca e do cantor Zé Felipe, depois de não receber um pedido de R$ 189 feito no site da empresa. Pode parecer pouco dinheiro, mas o problema foi bem maior do que o valor pago.

Segundo consta no processo, a consumidora tentou resolver a situação várias vezes de forma amigável, entrando em contato com a empresa, buscando suporte, insistindo mesmo… só que nada. A encomenda simplesmente não chegou. E aí, com o passar dos dias, veio a frustração, o desgaste, aquela sensação de estar sendo ignorada, sabe? Quem nunca passou por algo parecido comprando pela internet hoje em dia…

O caso está sendo analisado pela 2ª Vara Cível e Ambiental de Trindade, e os advogados da cliente pedem uma indenização de R$ 50 mil por danos morais. Isso mesmo, cinquenta mil. No processo, eles argumentam que houve o chamado “desvio produtivo do consumidor”, que é basicamente quando a pessoa perde tempo tentando resolver um problema que não deveria existir. E tempo, hoje, vale muito.

Além disso, a defesa destaca que a mulher já era cliente da marca, já tinha usado produtos da WePink antes e até recomendado pra outras pessoas. Só que, dessa vez, a experiência foi bem diferente. Com a demora, somada a relatos negativos que ela viu na internet — segundo o processo, mais de 70 mil reclamações em determinado período — a confiança foi embora. E quando isso acontece, não tem muito o que fazer.

Ela então decidiu que não queria mais nem receber o produto. Preferiu cancelar tudo, pedir o dinheiro de volta e buscar uma compensação pelos transtornos. Porque não foi só um atraso, segundo ela. Teve angústia, estresse, perda de tempo… e isso foi pesando.

O processo já tá em andamento desde agosto de 2025, então não é algo recente. Em fevereiro de 2026, houve um avanço: a Justiça conseguiu identificar veículos registrados no nome de Virginia Fonseca e Zé Felipe. Porém, não foram encontrados valores disponíveis nas contas bancárias dos dois naquele momento — o que, claro, chamou atenção.

Diante disso, o advogado da consumidora pediu a penhora desses veículos e também a indisponibilidade de bens imóveis. A ideia é garantir que, caso a decisão final seja favorável à cliente, haja como cumprir a sentença. Em outras palavras, evitar que o processo vire só papel.

Esse pedido ainda está aguardando análise do juiz desde fevereiro. Ou seja, ainda não teve uma decisão definitiva sobre essa parte. Enquanto isso, o caso segue tramitando normalmente.

Procurada para comentar a situação, Virginia Fonseca não se pronunciou até o momento. O silêncio, inclusive, tem gerado ainda mais comentários nas redes sociais, onde o assunto começou a circular com força nos últimos dias. E a gente sabe como a internet funciona… quando pega, vai longe.

No fim das contas, o caso levanta uma discussão maior sobre responsabilidade de marcas e também de figuras públicas que emprestam sua imagem para produtos. Afinal, quando algo dá errado, quem responde? Fica essa pergunta no ar…

Agora é aguardar os próximos capítulos dessa história, que ainda promete render bastante.



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