Janja se revolta após comentário de aliado de Trump sobre comentarioe web explode

A primeira-dama Janja Lula da Silva resolveu se pronunciar nas redes sociais nesta sexta-feira (24/4), e não foi de forma leve não. O motivo? Declarações consideradas bem pesadas do empresário italiano Paolo Zampolli, que hoje atua como enviado especial para assuntos globais do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Tudo começou depois que Zampolli, durante uma entrevista à emissora italiana Rai 3, soltou uma fala que pegou muito mal. Segundo ele, “mulheres brasileiras são programadas para causar problemas”. A declaração veio enquanto ele comentava sobre sua ex-esposa, a modelo brasileira Amanda Ungaro, com quem teve um relacionamento longo, de quase duas décadas.

A reação foi imediata. Janja não escondeu a indignação, e sendo bem direta, rebateu: mulheres não são programadas pra nada. Segundo ela, cada mulher tem sua própria voz, seus sonhos, suas escolhas — e luta todos os dias pra viver com dignidade. E olha, não foi um discurso ensaiado não, parecia bem pessoal mesmo, daquele tipo que vem de dentro.

Ela ainda reforçou que mulheres brasileiras vivem rompendo ciclos difíceis, principalmente de violência e silêncio. Não é de hoje, né? Basta acompanhar os noticiários recentes, onde casos de feminicídio e agressões ainda aparecem com frequência assustadora. Inclusive, esse tipo de pauta tem sido cada vez mais debatida em 2026, com movimentos sociais pressionando por mudanças mais concretas.

Outro ponto que gerou revolta foi o uso de termos ainda mais ofensivos por parte de Zampolli, como quando ele teria chamado brasileiras de “raça maldita”. Janja respondeu com firmeza, dizendo que esse tipo de fala não diminui ninguém. Pelo contrário, segundo ela, só reforça a força que muitas mulheres já carregam no dia a dia.

E tem mais. Ela também destacou que é justamente nessas situações de ataque que muitas brasileiras se unem ainda mais, seja pra combater machismo, misoginia ou qualquer forma de violência. E isso é algo que a gente realmente vê acontecendo, principalmente nas redes sociais, onde campanhas e debates ganham força rapidamente.

Mas a história não para por aí. A própria Amanda Ungaro já acusou Zampolli de violência doméstica — o que ele nega. Em sua defesa, ele afirmou que nunca encostou nela e tentou desqualificar as acusações, dizendo que os hematomas que ela apresentava eram resultado de práticas esportivas, já que ela era kickboxer. A explicação, no mínimo, gerou desconfiança.

Aliás, segundo relatos, algumas das falas mais polêmicas dele foram feitas achando que não estavam sendo gravadas. Aí complica, né?

Amanda também já se envolveu em outras polêmicas. Ela chegou a criticar publicamente Melania Trump e o próprio Trump, mencionando inclusive o escândalo ligado a Jeffrey Epstein. Em uma declaração bem forte, afirmou que pretende “derrubar o sistema corrupto”, mesmo que isso custe tudo.

No meio disso tudo, teve ainda a deportação dela dos Estados Unidos no ano passado. Amanda ficou cerca de três meses em um centro de detenção migratória antes de ser enviada de volta — um episódio que também levanta várias perguntas, diga-se.

No fim das contas, o caso virou mais do que uma simples troca de acusações. Ele escancara debates importantes sobre respeito, poder, gênero e até influência política internacional. E, sinceramente, não parece que essa história vai acabar tão cedo.



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